Entretenimento
Mangueira pede desculpas após confusão com jornalista na Sapucaí
Episódio durante Ensaios Técnicos levanta debate sobre respeito à imprensa no carnaval carioca

A Estação Primeira de Mangueira se envolveu em um episódio que gerou forte repercussão nos bastidores do carnaval carioca. Durante os Ensaios Técnicos na Marquês de Sapucaí, um jornalista foi constrangido e coagido enquanto realizava a cobertura do evento, mesmo estando devidamente credenciado e no exercício regular da profissão.
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O caso chamou atenção não apenas pelo ocorrido em si, mas pelo que ele revela sobre o despreparo de integrantes e dirigentes da escola para lidar com a imprensa, algo considerado incompatível com a história, a tradição e o protagonismo da agremiação verde e rosa no carnaval do Rio.
Segundo relatos, o jornalista Alexandre Alcântara, do Portal do Samba, apenas cumpria seu papel de registrar e informar o público sobre os ensaios técnicos, quando foi abordado de forma considerada inadequada por membros da escola. O episódio repercutiu rapidamente entre profissionais da comunicação e setores ligados ao samba.
Nota oficial e pedido de desculpas
Diante da repercussão negativa, a Mangueira divulgou uma nota oficial, na qual lamentou o ocorrido e reconheceu a inadequação da abordagem:
“A Estação Primeira de Mangueira lamenta profundamente e sente muito por qualquer constrangimento ocorrido com o jornalista Alexandre Alcântara, do Portal do Samba, credenciado para cobrir os Ensaios Técnicos na Marquês de Sapucaí na última sexta-feira. A escola também se solidariza com toda a categoria que se dedica a divulgar, durante todo o ano, as atividades e a própria cultura das escolas de samba, realizando um trabalho de inestimável valor. Reconhecemos que a abordagem realizada não foi adequada. O ocorrido já está sendo tratado, com as devidas providências, para que situações como essa não voltem a acontecer.”
⚠️ Pedido de desculpas não encerra debate
Apesar do posicionamento oficial, o episódio ainda gera questionamentos. A nota não detalha quais providências concretas serão adotadas, nem esclarece a conduta do dirigente envolvido, apontada como excessiva e desnecessária por profissionais que acompanham o carnaval.
O caso reacende um debate fundamental: o respeito à imprensa como parte essencial da preservação e valorização do carnaval. Jornalistas não provocam, não atacam e não tumultuam, registram, documentam e ajudam a contar a história das escolas de samba.
O episódio serve de alerta não apenas para a Mangueira, mas para todas as agremiações. A relação saudável com a imprensa é indispensável para a transparência, a divulgação cultural e a construção da memória do carnaval.
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