Polícia

Justiça nega habeas corpus a Jairinho e mantém júri popular pelo caso Henry Borel

Ex-vereador acusado pela morte do enteado de 4 anos será julgado em março; decisão mantém prisão e andamento do processo

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O ex-vereador Jairo Souza Santos, o Jairinho, é acusado pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, no Rio de Janeiro.

O desembargador Joaquim Domingos, da Sétima Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, negou o pedido liminar de habeas corpus apresentado pela defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos, conhecido como Jairinho. Ele é acusado de envolvimento na morte do enteado Henry Borel, de 4 anos.

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Com a decisão, Jairinho permanece preso e será submetido a júri popular, já marcado para o dia 23 de março. O julgamento deverá analisar as acusações relacionadas ao crime ocorrido em 8 de março de 2021, no apartamento onde a criança morava, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil, Henry Borel teve uma morte violenta, apresentando diversas lesões pelo corpo, o que levou à conclusão de que a criança foi vítima de agressões. O caso teve grande repercussão nacional e impulsionou debates sobre violência infantil e responsabilidade criminal.

Ao negar o pedido de habeas corpus, o magistrado entendeu que não há ilegalidade evidente que justifique a concessão da medida em caráter liminar, mantendo o curso normal do processo até o julgamento pelo Tribunal do Júri.

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O caso segue sendo acompanhado pelo Ministério Público e pela Justiça, e a expectativa é de que o julgamento esclareça as responsabilidades dos envolvidos.

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