Polícia
Mototaxista é preso por estuprar turista durante o trajeto no Rio
Diogo Moraes Leite, que já respondia por outro estupro, abusou de mulher embriagada durante corrida entre Copacabana e Tijuca.

Um mototaxista acusado de estuprar uma turista paraense durante o Carnaval no Rio de Janeiro foi preso nesta terça-feira (8) por policiais da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana). O crime aconteceu no último dia do feriado, em fevereiro, mas o mandado de prisão foi cumprido somente após investigações detalhadas conduzidas pela Polícia Civil.
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A vítima, que é do estado do Pará, contou que havia solicitado uma corrida entre Copacabana e o bairro da Tijuca, na Zona Norte, por meio de uma plataforma de transporte. Durante o trajeto, o acusado, Diogo Moraes Leite, se aproveitou do seu estado de embriaguez para cometer o abuso sexual.
Vítima foi abusada durante pagamento via PIX
Segundo o delegado Angelo Lages, titular da 12ª DP, Diogo realizou manobras perigosas para intimidar a mulher, até desviar do destino final e parar em um local isolado. O estupro ocorreu no momento em que a vítima tentava realizar o pagamento via PIX, acreditando que a corrida havia terminado.
A mulher só registrou boletim de ocorrência ao retornar a Belém, sua cidade natal. O caso foi então encaminhado à Polícia Civil do Rio, que identificou o suspeito e constatou que Diogo utilizava a conta de outro mototaxista na plataforma, pois havia sido banido anteriormente.
Acusado já respondia por estupro de menor de idade
Durante a investigação, a polícia descobriu que Diogo Moraes Leite já era investigado por outro caso de estupro, cometido contra uma menor de 12 anos de idade. O histórico criminal foi decisivo para a decretação da prisão preventiva.
“Esse motociclista foi reconhecido pela vítima e já responde a um inquérito por estupro de vulnerável. A prisão preventiva foi decretada por representar risco à ordem pública”, afirmou o delegado Angelo Lages.
Pena pode chegar a 10 anos
Diogo foi encaminhado ao sistema prisional e segue à disposição da Justiça. Se condenado, pode pegar de 6 a 10 anos de prisão, com agravantes pelo uso de violência e reincidência em crimes de natureza sexual.
O caso reforça os riscos de uso irregular de plataformas de transporte e alerta para a importância da verificação dos dados do motorista, especialmente em situações de vulnerabilidade, como o Carnaval.
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