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Polícia Militar do Rio adota nova escala para Rádios Patrulhas para reduzir desgaste e ampliar descanso

Modelo 12×24 e 12×72 segue orientação do governo estadual e atende reivindicações por jornadas mais humanizadas para os policiais.

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A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro começou a implementar uma nova escala de serviço para os policiais que atuam nas Rádios Patrulhas. O sistema, adotado nos turnos de 12×24 e 12×72 horas, tem como objetivo ampliar o período de descanso e melhorar a qualidade de vida dos agentes. A mudança segue orientação do governador Cláudio Castro após análises internas sobre a sobrecarga enfrentada pelos militares.

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A alteração atende reivindicações defendidas pelo deputado federal Sargento Portugal, do Podemos, e pelo soldado Tobias, presidente do Instituto Lutando por Preservação de Vidas. Ambos apresentaram estudos e denúncias aos Ministérios Públicos estadual e trabalhista solicitando uma escala considerada mais humanizada para a tropa.

Segundo os autores das solicitações, a rotina dos policiais militares exigia ajustes para reduzir o desgaste físico e emocional. O sargento Portugal argumenta que jornadas mais equilibradas contribuem diretamente para a saúde mental dos agentes e aprimoram o desempenho operacional. Ele defende, ainda, que a nova escala seja estendida para toda a corporação, por representar uma forma de valorização dos profissionais e de suas famílias.

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Em paralelo à implantação das novas jornadas no Rio, o sargento Portugal apresentou um requerimento de urgência para acelerar a tramitação do Projeto de Lei 5967/2023. O texto estabelece um limite de 144 horas mensais de trabalho para policiais e bombeiros militares em todo o país, promovendo alterações no Decreto 667/1969.

A proposta também cria um banco de horas e permite que os governadores definam o pagamento de horas extras que, no caso do Rio, podem ser remuneradas pelo Regime Adicional de Serviço. Atualmente, a definição da carga horária dos militares é de responsabilidade individual de cada estado, e em muitos casos pode ultrapassar o limite sugerido pelo projeto.

O tema segue em debate no Congresso, enquanto os militares do Rio começam a vivenciar a nova realidade de escalas ajustadas que, segundo defensores da mudança, devem trazer ganhos à saúde, segurança e desempenho profissional.

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