Polícia

Sargento da PM baleado na cabeça em São Gonçalo morreu após três dias internado

Policial foi baleado durante ação no Jardim Catarina; morte reacende alerta sobre violência contra agentes de segurança

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Sargento Elder Carlos Costa Carvalho, de 42 anos, morreu após ser baleado durante ocorrência em São Gonçalo. Foto: Reprodução

Após três dias de internação, o sargento da Polícia Militar Elder Carlos Costa Carvalho, de 42 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde desta quarta-feira (21), no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), no bairro Colubandê, em São Gonçalo, na Região Metropolitana Leste Fluminense.

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Lotado no 3º BPM (Méier), o policial havia sido baleado no último domingo (18), durante uma ocorrência no bairro Jardim Catarina, uma das áreas mais populosas da cidade. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG).

Segundo informações apuradas pelas autoridades, há indícios de que o sargento teria ido até o local acompanhado de outro policial com o objetivo de recuperar uma motocicleta roubada. A denúncia ainda está sendo verificada pela Polícia Civil.

O ataque aconteceu na esquina das ruas Padre Vieira e Engenheiro Bernardo Sayão. Elder Carlos foi atingido por disparos e socorrido por equipes do 7º BPM (Alcântara), sendo encaminhado ao HEAT, onde passou por cirurgia, mas permaneceu em estado gravíssimo até a confirmação do óbito.

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Morador do Jardim Atlântico, em Itaipuaçu, distrito de Maricá, o sargento integrava a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro desde 2013. Ao longo da carreira, atuou em diferentes unidades operacionais, com passagens pelo 7º BPM (São Gonçalo) entre 2016 e 2020, além do 12º BPM (Niterói) e do 35º BPM (Itaboraí).
A morte do policial gerou comoção entre colegas de farda e reforçou o debate sobre os riscos enfrentados diariamente por agentes de segurança pública no estado.

As investigações seguem em andamento para identificar os autores do crime. Informações que possam contribuir para a elucidação do caso podem ser repassadas ao Disque-Denúncia, pelo telefone 2253-1177. Não é necessário se identificar e o anonimato é garantido.

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