Polícia

“Crime bárbaro”: delegado revela detalhes chocantes da morte de bebê em Maricá

Adolescente de 13 anos confessou com detalhes após ser confrontado com provas técnicas, afirma autoridade policial

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Polícia Civil atua na investigação da morte da criança em Itaipuaçu, distrito de Maricá Foto: Reprodução

Não restou outra alternativa, senão ele confessar o crime, inclusive com detalhes que realmente demonstraram que ele foi o autor desse crime bárbaro.”

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A declaração do delegado responsável pela investigação marcou o avanço do caso que chocou moradores de Itaipuaçu, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. A pequena Ayla Nunes Alves, de 1 ano e 3 meses, foi encontrada morta na madrugada desta sexta-feira (20). Um adolescente de 13 anos foi apreendido em flagrante após confessar o ato infracional análogo a estupro de vulnerável e homicídio qualificado por asfixia.

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Desde as primeiras horas da ocorrência, equipes da Polícia Civil concentraram esforços na coleta de provas técnicas, oitivas e preservação do local.

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Segundo o delegado, o adolescente foi confrontado com depoimentos e elementos periciais já reunidos durante a investigação.

De acordo com a autoridade, a confissão ocorreu na delegacia, dentro dos trâmites legais aplicáveis a menores de idade. O relato teria incluído detalhes que, segundo a polícia, confirmariam a autoria.

Apesar da confissão, a investigação não está encerrada.

“Por enquanto, ele é o único suspeito, mas não descartamos a participação de nenhuma outra pessoa”, afirmou o delegado.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a possibilidade de que outras crianças tenham sido vítimas de abuso. Conforme informado, o próprio adolescente declarou que teria praticado atos contra outras menores.

Crianças com idades entre aproximadamente 1 e 10 anos passaram por exames no Instituto Médico Legal (IML). As oitivas estão sendo conduzidas por profissionais capacitados, como psicólogos e assistentes sociais, devido à complexidade e sensibilidade dos relatos.

A apuração busca esclarecer se houve episódios anteriores e se existiu eventual omissão ou participação de terceiros.

O imóvel onde a criança permanecia funcionava como um espaço de cuidado infantil informal. A mulher responsável pelo local afirmou à polícia que não tinha conhecimento de qualquer abuso ou agressão.

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Até o momento, segundo o delegado, não há indícios de conivência. No entanto, a linha investigativa permanece aberta.

A mãe da criança declarou que a filha vinha permanecendo no local havia cerca de um mês, devido à rotina intensa de trabalho, com plantões em horários de madrugada.

A Polícia Civil informou que há pontos que ainda precisam ser esclarecidos, diante de versões consideradas contraditórias. Novas diligências devem aprofundar essa etapa.

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