Cidades

Familiares fazem protesto na porta de hospital particular após morte de bebê em Niterói

Manifestação em frente ao Complexo Hospitalar de Niterói interditou rua no Centro da cidade e cobra esclarecimentos sobre a morte de criança de 1 ano e sete meses.

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Manifestação em frente ao hospital no Centro de Niterói causou interdição parcial da via e retenções no trânsito.

Familiares e amigos de uma bebê de 1 ano e sete meses realizaram um protesto na tarde desta segunda-feira (2) na porta de um hospital particular no Centro de Niterói. O ato aconteceu em frente ao Complexo Hospitalar de Niterói (CHN) e interditou a Rua Doutor Celestino, no sentido Icaraí.

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Os manifestantes cobram esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte da criança, identificada pela família como Valentinna Brito. O caso gerou comoção nas redes sociais e mobilizou dezenas de pessoas em frente à unidade hospitalar.

Com a interdição da via após o cruzamento com a Rua da Conceição, o trânsito no Centro apresentou retenções ao longo da tarde. Motoristas que seguiam em direção a Icaraí enfrentaram dificuldades e precisaram buscar rotas alternativas.

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Agentes da Nittrans acompanharam a movimentação para orientar condutores e garantir a segurança viária. Até o fim da tarde, não havia previsão oficial para a liberação total da pista.

A recomendação das autoridades de trânsito é que motoristas evitem a região até a normalização do fluxo.

Segundo familiares, a bebê foi internada na sexta-feira (27) após passar mal. Dois dias depois, no domingo (1º), ela morreu. A família denuncia que a criança teria recebido um medicamento destinado a outro paciente durante a internação.

“Deram o remédio errado para ela, o medicamento era de outra criança”, afirmou uma tia da bebê, ao relatar a suspeita de falha no atendimento.

Procurado, o Complexo Hospitalar de Niterói confirmou a morte da paciente. Sobre a acusação de troca de medicação, a unidade informou que mantém compromisso com a privacidade e confidencialidade dos pacientes e que não divulga informações sobre tratamentos e internações, conforme determina a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

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