Polícia

Enterro de chefão do trafico G da Força é marcado por fechamento do comércio em São Gonçalo

Líder do tráfico na Comunidade da Força foi morto em confronto com a Polícia Civil; clima de tensão na cidade

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O enterro do traficante G da Força, morto na última sexta-feira (1º) durante uma operação da Polícia Civil, será realizado na tarde deste domingo (3), no Cemitério Parque da Paz, no bairro Pacheco, em São Gonçalo.

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Conhecido como o principal líder da facção que domina a Comunidade da Força, o criminoso foi identificado como o mandante do ataque à viatura da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São Gonçalo, em outubro de 2024.

Segundo moradores, parte do comércio foi fechado neste domingo na região de influência da facção em sinal de luto e medo de represálias. O clima nas redondezas é de apreensão, com poucos estabelecimentos funcionando e circulação reduzida de pedestres e veículos.

Relembre o caso

A operação que resultou na morte de G da Força foi coordenada por agentes da 72ª DP (São Gonçalo) e teve como alvo o núcleo da liderança do Comando Vermelho na região. O traficante estava sendo monitorado pelo setor de inteligência da delegacia e foi localizado no momento em que chegava à comunidade escoltado por cinco seguranças em um comboio de motos.

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Ao perceberem a presença dos agentes, os criminosos reagiram com tiros, dando início a um confronto. Três suspeitos morreram — entre eles, G da Força — e três foram presos em flagrante, um deles ferido. Com o grupo, os policiais apreenderam dois fuzis, uma pistola, drogas e duas motocicletas. Um dos fuzis apreendidos ostentava a letra “G”, referência ao apelido do traficante.

A morte de G da Força representa um duro golpe à organização criminosa. Segundo a Polícia Civil, ele era responsável por diversos crimes na região, incluindo tráfico de drogas, roubos de veículos e ataques a forças de segurança. O ataque à viatura da Deam, por exemplo, foi uma retaliação à prisão de dez traficantes realizada pela 72ª DP pouco antes do atentado. O grupo incendiou o veículo durante a madrugada, na frente do prédio que abriga as delegacias.

Na semana anterior à morte do traficante, o chefe do Morro do Querosene, considerado seu braço direito e segurança pessoal, também foi morto em confronto com a polícia.

A Polícia Civil segue monitorando a região para evitar novos atos de violência ou represálias da facção. Até o momento, o policiamento foi reforçado nas proximidades do cemitério e nas comunidades vizinhas.

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