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Segunda morte por bebida adulterada com metanol é confirmada em SP

Casos de intoxicação seguem crescendo em São Paulo. Governo realiza força-tarefa e interdita 11 locais suspeitos de vender bebidas contaminadas.

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Operações da Polícia Civil apreendem bebidas falsificadas e interditam bares e distribuidoras em São Paulo. Foto: Reprodução / TV Globo

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou neste sábado (04) a segunda morte causada por intoxicação por metanol, substância altamente tóxica usada ilegalmente na adulteração de bebidas alcoólicas. Ambas as mortes ocorreram na capital paulista.

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O estado contabiliza agora 14 casos confirmados de intoxicação, em meio a um total de 162 notificações que ainda estão sob investigação. Entre os casos em análise, sete mortes suspeitas também estão sendo apuradas pelas autoridades.

Como resposta ao avanço dos casos, a Polícia Civil intensificou a força-tarefa para combater a produção e comercialização de bebidas adulteradas. Até o momento, 41 pessoas foram presas em diferentes operações realizadas em São Paulo, Diadema, Santo André, Jacareí e Jundiaí.

Além das prisões, as equipes da força-tarefa também interditaram 11 estabelecimentos e apreenderam milhares de materiais usados na falsificação, como garrafas, rótulos de marcas conhecidas e insumos químicos.

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As investigações apontam que os suspeitos comercializavam bebidas com metanol — um solvente industrial proibido para consumo humano — como se fossem destilados comuns, como vodca ou cachaça. O consumo da substância pode causar cegueira, coma e morte em poucas horas.

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