Polícia

Chefe do tráfico é preso após desaparecimento de moradores em São Gonçalo

Investigação sobre o sumiço de cinco moradores levou à prisão de homem apontado como chefe do tráfico em comunidade de Tribobó; caso também apura homicídios ligados ao chamado “tribunal do tráfico”.

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Delegacia de Homicídios intensificou investigações após desaparecimento de moradores em São Gonçalo. Foto: Bruno Henrique

A prisão de um homem apontado como chefe do tráfico de drogas em uma comunidade de Tribobó, em São Gonçalo, marca um novo avanço nas investigações sobre o desaparecimento de cinco moradores da região. A captura foi realizada nesta terça-feira (24) por agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), que apuram homicídios qualificados relacionados ao caso.

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De acordo com a Polícia Civil, o mandado de prisão foi expedido com base em elementos reunidos ao longo da investigação. O suspeito foi localizado no bairro Capote, também em São Gonçalo, após trabalho de inteligência e monitoramento.

Durante a ação, os policiais encontraram uma motocicleta modelo Sahara roubada em posse do investigado. Após consulta aos sistemas, foi constatado que o veículo havia sido roubado na RJ-104, em Niterói, no dia 15 de fevereiro. Ele também foi autuado em flagrante por receptação.

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As investigações tiveram início após o desaparecimento de cinco moradores da comunidade Nova Grécia, em outubro de 2025. Dias depois, dois corpos foram encontrados carbonizados no alto da Comunidade da Palmeira, no bairro Fonseca, em Niterói.

Segundo as apurações, traficantes da Comunidade da Palmeira teriam ido até Nova Grécia e levado as vítimas para o chamado “tribunal do tráfico”. O homem preso é apontado pela especializada como um dos responsáveis diretos pelos homicídios investigados.

Esta é a terceira prisão relacionada ao desaparecimento dos moradores. Outras duas lideranças já haviam sido alvo de mandados judiciais no decorrer da investigação, incluindo um suspeito apontado como integrante de facção criminosa com atuação em comunidades da região. Um dos investigados encontra-se atualmente em presídio federal.

 

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