Polícia

Assassinato no Horto do Fonseca: Segurança já havia sido ameaçado pelo patrão, diz família

Caso do Horto do Fonseca ganha novos detalhes, com suspeita de crime premeditado e ocultação de cadáver

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Família cobra respostas e localização do corpo de vigilante desaparecido após expediente

O caso do segurança Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos, morto dentro do Horto do Fonseca, na Zona Norte de Niterói, ganhou novos desdobramentos com revelações da família da vítima. Segundo parentes, ele já havia sido ameaçado pelo próprio patrão, Marcelo São Paio de Figueiredo, apontado como principal suspeito do crime.

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Na noite desta terça-feira (17), familiares estiveram na sede da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), onde relataram que as ameaças teriam começado há cerca de quatro anos, após a vítima cobrar uma dívida. O caso, inclusive, já era alvo de disputa judicial.

Além das suspeitas, a família também fez um apelo às autoridades: até o momento, o corpo de Maximiliano não foi localizado. Parentes afirmam que não receberam contato por parte da administração do horto e pedem apenas o direito de realizar um sepultamento digno.

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As investigações apontam que o crime ocorreu no próprio local de trabalho da vítima. Maximiliano atuava como vigilante e, no dia 21 de fevereiro, saiu de casa, em Inoã, Maricá, para assumir o plantão, mas nunca retornou.

Imagens de câmeras de segurança mostram que ele chegou ao posto e confirmou o início do serviço em mensagens internas. No entanto, segundo a polícia, ele foi morto dentro do local.

Outro segurança, Bruno Cordeiro Gomes de Souza, foi preso no último dia 13, em Itaboraí, suspeito de participação no crime. Registros também indicam que ele e o patrão teriam transportado o que seria o corpo da vítima em um veículo ligado à empresa de segurança.

A motocicleta de Maximiliano foi encontrada abandonada em outra rua no bairro Fonseca, o que, de acordo com a investigação, pode ter sido uma tentativa de despistar a polícia.

O caso segue sendo investigado como homicídio, com indícios de ocultação de cadáver. A Polícia Civil trabalha para esclarecer todos os detalhes e localizar o corpo da vítima.

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