Entretenimento
Justiça avança em caso de foto íntima vazada de Ana Paula Renault
Ex-BBB busca identificar autor de perfil que divulgou imagem e fez ofensas

Ana Paula Renault, conhecida por sua participação no Big Brother Brasil, está em meio a uma batalha judicial após ter uma foto íntima divulgada sem autorização na plataforma X, anteriormente conhecida como Twitter. O caso teve um novo desdobramento quando a ex-BBB apresentou um pedido na Justiça para identificar o responsável pelo perfil @rafaelmvbj. Este perfil não só compartilhou a imagem, como também proferiu ofensas contra Ana Paula e seu falecido pai, Gerardo Renault.
Ação judicial e resposta da plataforma
A ação judicial foi iniciada em agosto, e a plataforma X informou que a conta já havia sido suspensa devido à violação das diretrizes da rede. A colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, destacou que o X forneceu registros de acesso, incluindo datas e endereços de IP, mas não os dados cadastrais diretos, como nome e CPF do usuário. A plataforma orientou a defesa de Ana Paula sobre procedimentos judiciais para identificar o usuário a partir dos IPs.
Medidas para identificação do autor
Com base nas informações recebidas, Ana Paula requereu que a Justiça envie ofícios aos provedores de internet associados aos IPs informados. O objetivo é que as empresas de telecomunicação forneçam a identificação completa do responsável, essencial para uma possível responsabilização cível e criminal. A ex-BBB alega que a conta em questão foi utilizada para persegui-la, acusando-a falsamente de uso de drogas e fazendo ofensas como ‘psicopata e narcisista’. Além disso, o perfil usou o nome ‘seu Gerardo queimando no inferno’ e a foto de seu pai para publicações depreciativas.
Desdobramentos e pedido judicial
No início do processo, a juíza Mariana de Souza Neves Salinas emitiu uma liminar ordenando a suspensão imediata da conta e a entrega dos dados de acesso. No pedido central do processo, Ana Paula Renault busca a exclusão definitiva do perfil e uma indenização de R$ 20 mil por danos morais. O caso reforça a importância da proteção de dados pessoais e da responsabilização por conteúdos ofensivos divulgados nas redes sociais.
Com informações de Ibahia
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