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Falso dentista é preso no Centro do Rio com pacientes na sala de espera

Policiais da Delegacia do Consumidor chegaram ao consultório após investigação e encontraram o suspeito mantendo atendimentos normalmente.

redacao

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Policiais da Delegacia do Consumidor prenderam o suspeito dentro de um consultório no Centro do Rio.

Um homem que atuava como falso dentista no Rio foi preso nesta terça-feira (1º) dentro de um consultório no Centro da cidade. A prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia do Consumidor (Decon), que encontraram pacientes aguardando atendimento no estabelecimento.

A ação ocorreu após informações de inteligência indicarem o endereço onde o suspeito estaria exercendo ilegalmente a profissão. Os agentes foram até o local e fizeram a prisão enquanto ele mantinha a rotina de atendimento.

Suspeito foi encontrado em atividade

Segundo a Polícia Civil, o homem estava dentro do consultório quando os agentes chegaram. Havia pacientes na sala de espera, o que indicava que o atendimento seguia normalmente.

O suspeito foi levado para a delegacia e autuado pelo crime contra as relações de consumo.

A investigação agora tenta esclarecer a extensão da atuação do homem. A Decon apura há quanto tempo ele trabalhava como dentista sem a devida habilitação e busca identificar possíveis pessoas que tenham sido atendidas por ele.

Investigação continua

A apuração deverá verificar também as circunstâncias em que o consultório funcionava e se outras pessoas estavam envolvidas na atividade.

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A Polícia Civil não informou, até o momento, quantos pacientes já teriam sido atendidos pelo suspeito nem se foram identificados procedimentos realizados por ele.

O caso chama atenção porque a atuação irregular ocorreu em um consultório que mantinha atendimento ao público. Para quem estava na sala de espera, a consulta parecia seguir o roteiro habitual. O problema é que, segundo a investigação, quem estava do outro lado do balcão não era exatamente quem dizia ser.

Decon apura possível extensão do caso

A Delegacia do Consumidor continua realizando diligências para reunir informações sobre o período em que o suspeito teria atuado no local.

A investigação também poderá esclarecer se houve outros atendimentos e quais serviços foram oferecidos aos pacientes.

A prisão faz parte do trabalho de fiscalização e investigação de práticas que podem colocar consumidores em risco, especialmente quando envolvem serviços relacionados à saúde.

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