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Polícia conclui que jovem sequestrado em Niterói foi morto

Mesmo sem localizar o corpo, investigação aponta homicídio qualificado e leva à prisão de dois suspeitos

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Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Eduardo Aguiar Ferreira foi forçado a entrar em um carro em Itaipu. Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que o jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira, de 24 anos, foi vítima de homicídio após ter sido sequestrado. O inquérito que apurava o desaparecimento do jovem, ocorrido em novembro do ano passado na Região Oceânica de Niterói, foi encerrado com o indiciamento de dois suspeitos por homicídio qualificado.

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Mesmo sem a localização do corpo, os investigadores reuniram provas consideradas suficientes para sustentar a denúncia. A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois acusados, que foram presos em dezembro de 2025.

Eduardo desapareceu no dia 24 de novembro, no bairro de Itaipu. Imagens de câmeras de segurança foram decisivas para a investigação e mostram o momento em que ele é abordado por três homens e forçado a entrar em um carro, caracterizando o sequestro.

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Dias depois, o veículo utilizado no crime foi encontrado carbonizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o que reforçou a linha de investigação de que o jornaleiro foi assassinado após ser levado pelos criminosos.

De acordo com a Polícia Civil, o conjunto de provas técnicas e testemunhais permitiu a conclusão do inquérito e o indiciamento dos suspeitos, mesmo sem a recuperação do corpo da vítima, situação prevista na legislação quando há indícios consistentes da morte.

Desde o início, a principal hipótese investigada é de que o crime tenha sido motivado pela comercialização ilegal de cigarros. Segundo a polícia, Eduardo atuava há algum tempo no mercado de cigarros contrabandeados, e o sequestro seguido de morte teria relação direta com esse envolvimento.

 

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