Polícia

Síndico e filho são presos após corpo de corretora ser encontrado em mata em Goiás

Últimas imagens mostram Daiane Alves descendo ao subsolo do prédio; polícia apura conflito com moradores

redacao

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Polícia Civil cumpre mandados em prédio de Caldas Novas onde Daiane Alves Souza morava antes de desaparecer.

O síndico do prédio onde morava a corretora Daiane Alves Souza e o filho dele foram presos nesta quarta-feira, em Caldas Novas, no sul de Goiás. A informação foi confirmada pela Polícia Civil, que investiga o caso após o corpo da vítima ser encontrado em uma região de mata.

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As prisões ocorreram no próprio edifício onde Daiane residia. Além disso, o porteiro do prédio está sendo ouvido pelas autoridades, e um mandado de busca e apreensão foi cumprido contra ele. O telefone celular do funcionário também foi apreendido como parte da investigação.

Equipes da Polícia Civil atuam simultaneamente em Catalão, no sudeste goiano, onde cumprem outras ordens judiciais relacionadas ao caso. A corporação não divulgou, até o momento, detalhes sobre o teor dos mandados nem a participação de cada investigado.

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Daiane Alves Souza era natural de Uberlândia, em Minas Gerais, e morava em Caldas Novas há cerca de dois anos. Atuava como corretora de imóveis e administrava seis apartamentos pertencentes à família na cidade turística.

Segundo familiares, Daiane mantinha desavenças com moradores do prédio, informação que passou a integrar a linha de investigação da polícia.

No dia em que desapareceu, Daiane teria descido ao subsolo do prédio para verificar um problema na rede elétrica, já que seu apartamento estava sem energia.

Imagens de câmeras de segurança registraram a corretora entrando no elevador por volta das sete horas da noite. No vídeo, ela grava uma mensagem para uma amiga, sai do elevador em seguida e não é mais vista.

O material é considerado um dos principais elementos da investigação, que busca esclarecer as circunstâncias da morte e as responsabilidades envolvidas.

A Polícia Civil segue apurando o caso e não divulgou informações adicionais para não comprometer o andamento das investigações. Os presos permanecem à disposição da Justiça.

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