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Ataque militar EUA e Israel ao Irã deixa 201 mortos e amplia tensão no Oriente Médio

Ataques atingem 24 províncias iranianas e provocam reação internacional, com pedido de cessar-fogo da ONU

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Ataques atingiram diversas províncias do Irã, incluindo áreas civis e uma escola na cidade de Minab.

O ataque militar dos Estados Unidos e de Israel ao Irã deixou ao menos 201 mortos e 747 feridos neste sábado (28), segundo a Sociedade Crescente Vermelho. A ofensiva militar, que também atingiu áreas civis, elevou a tensão no Oriente Médio e provocou reações internacionais imediatas.

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De acordo com informações divulgadas por agências como a Al Jazeera, 24 das 31 províncias iranianas foram alvo dos bombardeios. As províncias funcionam como divisões administrativas, semelhantes aos estados brasileiros.

Segundo a Agência de Notícias da República Islâmica (Irna), um dos ataques ocorreu em uma escola de meninas na cidade de Minab, no sul do país. Pelo menos 85 estudantes morreram e cerca de 60 pessoas ficaram feridas. Além disso, aproximadamente 50 vítimas ainda estavam sob os escombros até a última atualização oficial.

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Os ataques aconteceram dois dias após uma rodada de negociações entre representantes dos Estados Unidos e do Irã sobre os limites do programa nuclear iraniano. O governo iraniano sustenta que seu programa nuclear tem fins pacíficos. No entanto, autoridades americanas e o governo de Israel afirmam que o avanço tecnológico pode representar ameaça à segurança regional.

A ação militar foi justificada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como uma medida para defender cidadãos norte-americanos e interesses estratégicos.

Por outro lado, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Hamid Ghanbari, declarou que o país tem o direito de se defender. Em retaliação, o Irã lançou ataques contra países vizinhos que abrigam bases militares americanas.
Reação internacional

Diversos países condenaram a ofensiva, entre eles o Brasil. Além disso, a Organização das Nações Unidas pediu um cessar-fogo imediato para evitar uma escalada ainda maior do conflito.
Especialistas alertam que o confronto pode gerar impactos econômicos globais, especialmente no mercado de energia, já que o Irã ocupa posição estratégica na produção e no escoamento de petróleo.

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