Cidades

Adolescente morre ao cair de ônibus em movimento em Campo Grande

Estudante de 14 anos sofreu queda após porta traseira abrir durante curva; caso é investigado pela Polícia Civil do Rio.

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Movimentação de ônibus na Rodoviária de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, onde o adolescente embarcou antes do acidente. Foto: Reprodução/ TV Globo

A morte de um adolescente de 14 anos após cair de um ônibus em movimento chocou moradores de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Bryan Bezerra Chaves não resistiu aos ferimentos depois que, segundo testemunhas, a porta traseira do coletivo se abriu durante uma curva, fazendo com que ele fosse lançado para fora do veículo.

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O caso aconteceu no dia 22 de fevereiro e está sendo investigado pela Polícia Civil. De acordo com as apurações iniciais, Bryan estava acompanhado de amigos quando embarcou na linha SV866 na Rodoviária de Campo Grande, com destino ao bairro Pingo D’Água. O grupo seguia para um campeonato de futebol.

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Após a queda, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Rocha Faria, também em Campo Grande. A unidade informou que todos os protocolos médicos foram seguidos e que a morte cerebral foi confirmada na última quinta-feira (26). Detalhes clínicos do caso permanecem restritos à família.

Parentes cobram esclarecimentos sobre as circunstâncias do acidente, especialmente sobre como a porta traseira teria se aberto com o ônibus em movimento. A principal linha de investigação busca identificar se houve falha mecânica, erro operacional ou outro fator que contribuiu para a queda.

Passageiros que utilizam a linha relatam problemas frequentes. Segundo usuários ouvidos pela reportagem, os ônibus costumam circular superlotados, especialmente nos horários de pico. Em dias de calor intenso, o ar-condicionado não seria suficiente para atender à demanda, aumentando o desconforto dentro do coletivo.

Há também relatos de que, em algumas situações, as portas permanecem abertas durante o trajeto, seja por falhas mecânicas ou porque passageiros impedem o fechamento ao colocar o pé entre as folhas da porta. Essas denúncias devem ser analisadas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

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O sindicato das empresas de ônibus do município, Rio Ônibus, informou que está acompanhando o caso por meio de seu departamento jurídico e lamentou a morte do adolescente. A entidade não detalhou possíveis medidas internas adotadas até o momento.

Especialistas em segurança no transporte público destacam que portas abertas durante a circulação representam risco grave aos passageiros, sobretudo em veículos lotados. A legislação de trânsito estabelece que ônibus só devem circular com as portas completamente fechadas, salvo em situações específicas de embarque e desembarque.

O caso reacende o debate sobre fiscalização, manutenção de frota e condições de operação do transporte público na Zona Oeste do Rio. Enquanto a investigação segue em curso, familiares e amigos aguardam respostas que possam esclarecer as responsabilidades e evitar que tragédias semelhantes se repitam.

A Polícia Civil informou que diligências estão sendo realizadas e que testemunhas estão sendo ouvidas para esclarecer os fatos.

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