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Alagamentos persistentes irritam moradores e lojistas na Zona Norte de Niterói

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Foto: Agência O Informativo

Na Rua General Castro, próximo ao Cemitério Maruí Barrito, Zona Norte de Niterói, moradores e comerciantes vivem uma rotina de tensão, basta uma chuva leve para que o trecho fique alagado. O que era raro, “antigamente não tinha”, para muitos passou a se tornar rotina diária.

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Segundo relato de moradores, os alagamentos começaram após a obra de macrodrenagem promovida pela Empresa de Infraestrutura e Obras de Niterói (ION), que atua nos bairros do Barreto e Engenhoca e inclui o entorno do rio Rio Maruí, lado do Cemitério Maruí. A ideia da Prefeitura era justamente evitar alagamentos e melhorar o escoamento das águas pluviais.

Contudo, moradores garantem que as intervenções trouxeram um efeito colateral, “Agora alaga até com chuvisquinho”, reclama a dona de casa Maria Helena Souza, que vive há mais de 20 anos no local. “Antes, só em temporal vinha água. Hoje, já acordo com um balde na porta”.

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Lojistas também sentem o impacto. “Entraram dois dedos d’água no meu estabelecimento. Já perdi mercadoria… A obra disse que ia melhorar, mas para mim o problema só aumentou”, contou um comerciante.

Um dos pontos de tensão está ligado ao rio Maruí, que passa ao lado do Cemitério Maruí, moradores alertam que o rio está assoreado no trecho próximo à obra, comprometendo o escoamento da água.

“O rio parece que está entupido, cheio de barro. Quando chove volta tudo para a rua”, afirma o aposentado Jorge Mendes.

A intervenção de macrodrenagem abrange cerca de 4,6 km nos bairros do Barreto e Engenhoca, com investimento aproximado de R$ 76 milhões. O sistema é ligado ao rio Maruí para o escoamento das águas pluviais, mas moradores questionam: se a obra foi feita justamente para evitar alagamentos, por que agora o problema se intensificou na Rua General Castro?

“Acho que ou a obra não está concluída ou há falha na drenagem do rio”, disse Valéria Dantas, moradora da comunidade Buraco do Boi.

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A Prefeitura de Niterói foi procurada, mas não se pronunciou sobre o transtorno vivido pelos moradores que contentam o silêncio.

“É fácil para o prefeito Rodrigo Neves se calar, pois ele mora na Zona Sul, vive uma outra realidade”, disse Valéria.

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