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Polêmica no Réveillon de Niterói: Ludmilla é acusada de fazer apologia às drogas durante show

Cantora se apresenta na Praia de Icaraí e vereadora denuncia suposta infração ao Ministério Público

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Ludmilla se apresenta no Réveillon de Niterói e comentário sobre a música “Verdinha” gera polêmica. Foto: Divulgação

A música “Verdinha”, lançada por Ludmilla em 2019, voltou a gerar polêmica no último dia de 2025. Durante um show realizado na Praia de Icaraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro, a cantora fez um comentário sobre a canção que motivou denúncia ao Ministério Público do Rio por suposta apologia ao crime e às drogas. O evento foi contratado pela Prefeitura de Niterói para o Réveillon, um show com estrutura de palco, luz, som e organização financiados com recursos públicos.

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Segundo o vereador Douglas Gomes (PL) e a vereadora Fernanda Louback (PL), Ludmilla teria infringido a lei ao dizer ao público: “Vamos aproveitar que aqui é céu aberto porque agora está legalizado”, durante a apresentação da música que aborda o uso de maconha. Fernanda Louback criticou a atitude em redes sociais, afirmando que esperava “bom senso e respeito às leis vigentes na cidade” e reforçando que o evento é planejado para “famílias, crianças e adolescentes”.

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O posicionamento foi contestado pela vereadora Benny Briolly (PSOL), que saiu em defesa de Ludmilla. Segundo ela, o uso da letra é uma metáfora, ironia e provocação, e criticou a forma como a cantora foi alvo de denúncias.

“O duplo sentido sempre existiu na música brasileira, mas quando vem de uma mulher preta, funkeira e dona do próprio discurso, vira escândalo”, declarou a parlamentar em publicação no Instagram.

Benny Briolly também acionou o Ministério Público, questionando a denúncia de Douglas Gomes, alegando que não há qualquer prova ou decisão judicial que sustente a acusação e defendendo que discordância ideológica não pode ser confundida com crime.

A vereadora Fernanda Louback respondeu novamente em redes sociais nesta segunda-feira (5).

“Não é interpretação pessoal. É lei. E lei se cumpre”, reforçando o posicionamento do grupo que apresentou a denúncia.

 

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