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MC Poze reclama de nova ação policial em sua casa: “Minha família não aguenta mais

O caso continua em investigação, e a defesa do cantor ainda não se pronunciou oficialmente sobre os novos desdobramentos.

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O cantor MC Poze do Rodo usou suas redes sociais nesta quinta-feira (5) para relatar mais um episódio de abordagem policial em sua residência, localizada no Rio de Janeiro. O funkeiro, que foi libertado recentemente após passar cinco dias preso na Penitenciária de Gericinó, afirmou que sua família está emocionalmente abalada com o que ele considera uma perseguição por parte das autoridades.

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“Minha família não aguenta mais essa perseguição. Que isso. Vocês não têm coração? Vocês não têm família?”, desabafou Poze em um story publicado no Instagram, demonstrando indignação com as constantes ações policiais contra ele e seus familiares.

Segundo o artista, o foco da nova investida seria sua esposa, Viviane Noronha. De acordo com informações da TV Globo, Viviane foi intimada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) para prestar depoimento no âmbito de uma investigação por suposta lavagem de dinheiro em benefício do Comando Vermelho, uma das principais facções criminosas do Rio.

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Ainda segundo a emissora, Viviane será ouvida também para esclarecer declarações anteriores nas quais acusa policiais civis de terem roubado joias durante uma operação na casa do casal. Em nota, a Polícia Civil afirmou que toda a ação foi filmada e acompanhada pela esposa de Poze, negando qualquer irregularidade.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também se manifestou sobre o caso nesta quinta-feira. Durante um evento público, ele negou qualquer tipo de perseguição a MCs ou artistas. “O que aconteceu foi uma investigação da Polícia Civil, que foi remetida ao Judiciário. Ele não foi preso por ser MC ou artista”, declarou.

Castro, que também se identifica como músico, disse não compactuar com a criminalização da classe artística e reiterou que a prisão de Poze foi baseada em elementos concretos de uma investigação que indicaria envolvimento com o crime organizado. “Agora, se a Justiça soltou, quem tem que responder é a Justiça, não sou eu”, finalizou o governador.

 

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