Polícia
Ex-síndica e funcionários são indiciados por morte de menina atingida por pilar em condomínio no Rio de Janeiro

A Polícia Civil indiciou, nesta segunda-feira (5), três pessoas pela morte da menina Maria Luísa Oldembergas, de apenas 7 anos, atingida por um pilar enquanto brincava em uma rede no condomínio onde morava, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. O caso ocorreu em março deste ano e causou grande comoção.
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Foram indiciados por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, a ex-síndica do condomínio e dois funcionários que participaram da obra irregular que resultou no desabamento da estrutura. De acordo com a investigação da 42ª DP (Recreio), o pilar havia sido reconstruído em 2020 sem projeto técnico, laudo de engenharia ou acompanhamento de profissional habilitado, após ter se desprendido anteriormente.
“Eles entenderam que era necessário reconstruir o pilar. Só que foi totalmente feito de forma irregular, sem critérios técnicos de construção”, afirmou o delegado Alan Luxardo, responsável pelo caso, em entrevista ao portal G1.
A perícia técnica confirmou a falta de qualidade na obra, apontando que os materiais utilizados — como cimento, areia e ferro — foram adquiridos sem qualquer comprovação de responsabilidade técnica. A nota fiscal dos produtos foi usada para reforçar a conclusão do inquérito.
Ainda segundo o relatório, os dois funcionários não tinham qualquer capacitação técnica para realizar o serviço. Já a ex-síndica teria ordenado diretamente a realização da reforma e ignorado a obrigação de contratar profissionais especializados. O documento também destaca a postura negligente da gestora, que não adotou medidas básicas de segurança condominial.
“A gente se depara com situações em que uma obra estrutural é feita por um profissional não habilitado. Às vezes, pode ser um serviço malfeito. E é fundamental impedir uma tragédia”, alertou o delegado Luxardo.
Maria Luísa brincava com outras crianças em uma área conhecida como “espaço zen” quando foi atingida pelo pilar. Ela chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu no local após uma parada cardíaca, causada pelo impacto dos ferimentos.
Em nota, o Condomínio Puerto Madero informou que colabora com as investigações desde o início e tem prestado apoio à família da vítima. A ex-síndica, por sua vez, alegou estar em atendimento hospitalar e que ainda não foi oficialmente notificada sobre o indiciamento.
Já os advogados dos funcionários disseram que eles não têm responsabilidade pela tragédia e que a defesa vai trabalhar para esclarecer os fatos no decorrer do processo.
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