Polícia

Médico de hospital público de Niterói é preso suspeito de abusar de criança de 2 anos

Iram de Almeida Saraiva Júnior, ex-deputado e oftalmologista, foi preso na Barra da Tijuca por suspeita de estupro de vulnerável; defesa nega as acusações

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O médico oftalmologista Iram de Almeida Saraiva Júnior foi preso por agentes da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav) na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (1º). Ele é investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas 2 anos.

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Segundo informações da polícia, a investigação começou há seis meses, após uma denúncia feita pela creche onde a criança estudava. A equipe especializada da Dcav colheu indícios por meio de entrevistas especiais com a vítima e coleta de provas que apontam o médico como suspeito.

De acordo com seu perfil profissional em redes sociais, Iram disse que trabalhava há dois anos e oito meses no Hospital Municipal Carlos Tortelly, em Niterói, unidade pública de saúde anteriormente conhecida como CPN. Além disso, ele também disse que atuava em um hospital privado de referência em oftalmologia localizado na Zona Norte da cidade.

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Procurada, a Prefeitura de Niterói não se posicionou sobre a prisão do médico.

Iram também é ex-deputado estadual por Goiás e responde a um outro inquérito por injúria e perseguição contra a ex-esposa, que tramita na 16ª DP (Barra da Tijuca). Segundo a Polícia Civil, o inquérito foi relatado e encaminhado ao Ministério Público, que solicitou diligências adicionais.

Durante a prisão, o celular do médico foi apreendido para perícia, como parte das investigações em andamento.

A defesa de Iram divulgou nota afirmando que o médico nega veementemente as acusações e que não existem provas que justifiquem sua prisão preventiva.

“O processo corre sob segredo de justiça, e os absurdos atribuídos a ele não podem ser expostos publicamente. Iram sempre colaborou com as investigações, respeitou todas as decisões judiciais e acredita que sua inocência será reconhecida ao final do processo”, diz a nota.

O caso tramita sob segredo de justiça, o que limita o acesso a detalhes processuais. As investigações seguem conduzidas pela Delegacia da Criança e Adolescente Vítima, que continuará apurando o caso em conjunto com o Ministério Público.

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