Política

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e sessão termina em confusão

Votação sobre Fábio Luís Lula da Silva gera tumulto, troca de acusações e agressão entre deputados

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Sessão da CPMI do INSS foi marcada por tumulto após aprovação de requerimentos sensíveis. Foto: Reprodução/TV Senado

A CPMI do INSS aprovou nesta quinta-feira (26), em votação simbólica e em bloco, um conjunto de requerimentos que inclui a quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão provocou forte reação de parlamentares governistas e terminou em confusão no plenário, com troca de acusações e até agressão física.

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Durante a sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, integrantes da base aliada tentaram retirar o requerimento de pauta. No entanto, a proposta foi mantida e aprovada. Após a proclamação do resultado pelo presidente do colegiado, Carlos Viana, houve contestação quanto à contagem dos votos.

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A sessão foi suspensa depois de gritos, empurra-empurra e acusações entre deputados. O clima ficou ainda mais tenso quando o deputado Luiz Lima (PL-RJ) foi atingido no rosto durante a confusão.

O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou inicialmente que reagiu após ser empurrado e pediu desculpas, alegando que não houve intenção de agredir. Posteriormente, ele negou ter desferido um soco e declarou que apenas levantou o braço ao cair.

Por outro lado, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) classificou o episódio como agressão deliberada. Segundo ele, o partido acionará o Conselho de Ética da Câmara para apuração do caso.

A agressão foi registrada em vídeo por parlamentares presentes. As imagens passaram a circular nas redes sociais logo após a suspensão dos trabalhos.

Além da quebra de sigilo de Fábio Luís, a CPMI do INSS aprovou requerimentos que atingem empresários e empresas citados nas investigações. As medidas incluem acesso a dados bancários e fiscais para examinar movimentações consideradas atípicas.

O objetivo é verificar a compatibilidade entre renda declarada e patrimônio, bem como identificar possíveis conexões societárias com investigados. Parte dos documentos poderá ser analisada sob regime de confidencialidade, conforme prevê a legislação.

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