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Bolsa Família paga parcela a beneficiários com NIS final 2

Valor médio do benefício chega a R$ 678 em abril, com adicionais para crianças, gestantes e nutrizes

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Aplicativo Caixa Tem é usado para consultar valores e datas do Bolsa Família

O Bolsa Família abril pagamento segue nesta sexta-feira (17) com a liberação dos valores para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. O programa, considerado um dos principais instrumentos de transferência de renda do país, atende neste mês cerca de 18,9 milhões de famílias.

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O valor mínimo do benefício permanece em R$ 600, mas, com os adicionais, a média sobe para R$ 678,22. O investimento total do governo federal no programa em abril é de R$ 12,8 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Além do valor base, o Bolsa Família abril pagamento inclui benefícios extras voltados a públicos específicos. Entre eles está o Benefício Variável Familiar Nutriz, que garante seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses. Também há adicionais de R$ 50 para gestantes e nutrizes, R$ 50 para cada filho entre 7 e 18 anos e R$ 150 para crianças de até 6 anos.

Os pagamentos seguem o calendário tradicional, realizado nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar valores, datas e composição das parcelas pelo aplicativo Caixa Tem, que centraliza as informações das contas digitais da Caixa Econômica Federal.

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O Bolsa Família abril pagamento também contou com antecipações em 173 cidades de 11 estados, beneficiando moradores de regiões afetadas por estiagem, enchentes ou em situação de vulnerabilidade, incluindo comunidades indígenas. Nesses casos, os valores foram liberados independentemente do número final do NIS.

Outra medida importante é a chamada regra de proteção, que neste mês contempla cerca de 2,34 milhões de famílias. O mecanismo permite que beneficiários que aumentaram a renda continuem recebendo 50% do valor por um período determinado, facilitando a transição para fora do programa.

Desde 2024, os beneficiários não sofrem mais desconto do Seguro Defeso, mudança estabelecida por lei federal que reformulou o programa. A medida ampliou a proteção social para famílias que dependem da pesca artesanal, garantindo maior estabilidade de renda durante períodos de reprodução dos peixes.

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