Mundo
Ataque no Irã deixa 153 mortos e morte de Khamenei muda cenário político
Bombardeio em escola feminina em Minab intensifica tensão entre Irã, Estados Unidos e Israel e provoca transição inédita no comando do país

A escalada do conflito no Irã ganhou contornos dramáticos neste sábado (28), após o governo iraniano afirmar que 153 pessoas morreram quando uma escola feminina na cidade de Minab foi atingida por mísseis durante ataques coordenados de Estados Unidos e Israel. O episódio, que teria ocorrido próximo a uma base da Guarda Revolucionária Islâmica, marca um dos momentos mais críticos da atual crise regional.
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A informação foi divulgada pela agência Mizan e pela Agência de Notícias da República Islâmica, ambas estatais. Segundo um oficial iraniano, a escola foi alvo de três ataques com mísseis. O prédio atingido fica a cerca de 600 metros de uma instalação militar estratégica.
Por outro lado, as versões divergem. Um porta-voz das Forças de Defesa de Israel afirmou não ter conhecimento de qualquer operação na área. Além disso, declarou que autoridades americanas investigam o incidente. O número de mortos não pôde ser confirmado por fontes independentes, já que veículos internacionais frequentemente enfrentam restrições para atuar no território iraniano.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram fumaça densa saindo de um prédio enquanto multidões se aglomeram nas proximidades. Entretanto, a autenticidade das imagens ainda não foi verificada por organizações internacionais.
Neste domingo (1º), meios de comunicação iranianos anunciaram a morte do líder supremo Ali Khamenei, além da filha, do genro e da neta dele, também vítimas dos ataques. A informação foi confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e replicada pela agência Fars.
“Após fazer contato com fontes bem informadas dentro da família do líder supremo, lamentavelmente se confirmou a notícia do martírio”, escreveu a Fars. A confirmação abalou o cenário político iraniano e abriu espaço para uma transição imediata de poder.
O aiatolá Alireza Arafi foi eleito líder supremo interino pelo Conselho de Discernimento do Interesse do Estado. Ele terá a missão de conduzir o processo de escolha de um novo líder permanente. A nomeação foi anunciada oficialmente por autoridades iranianas em publicação na rede X.
Apesar do cenário de instabilidade, Donald Trump afirmou, em entrevista à revista The Atlantic, que concordou em conversar com a nova liderança iraniana. Segundo ele, representantes de Teerã demonstraram interesse em retomar negociações.
“Eles querem conversar, e eu concordei em conversar”, declarou o presidente. No entanto, ele não informou quando o diálogo poderá ocorrer. Trump também afirmou que parte dos negociadores iranianos envolvidos em tratativas anteriores morreu nos ataques recentes.
A crise coloca o Oriente Médio em alerta máximo. Enquanto isso, governos e organismos internacionais acompanham a situação com cautela, diante do risco de ampliação do conflito.
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