Polícia

PM se entrega após atentado contra empresário Vinicius Drumond no Rio

Luiz César Cunha, suspeito de participação no atentado a tiros, se apresentou à polícia. Outros envolvidos seguem foragidos.

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Cartaz do Disque Denúncia busca informações sobre foragidos suspeitos de envolvimento no atentado contra Vinicius Drumond.

O policial militar Luiz César Cunha, suspeito de envolvimento no atentado contra o empresário Vinicius Drumond, ocorrido em 11 de julho, se entregou na manhã desta segunda-feira (21) na 22ª DP, na Penha. Ele será encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), na Barra da Tijuca, onde prestará depoimento.

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O crime, que chocou moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro, aconteceu em plena luz do dia, quando Drumond deixava uma academia localizada em um shopping da Barra da Tijuca. O empresário foi alvejado por disparos de fuzil, mas sobreviveu.

Segundo a Polícia Civil, o grupo criminoso saiu de Duque de Caxias e percorreu cerca de 40 km até o local do ataque. Além de Cunha, outros três suspeitos foram identificados: o ex-policial militar Deivyd Bruno Nogueira Vieira, conhecido como “Piloto”, que já está preso, e os foragidos Adriano de Carvalho de Araújo e Rafael Ferreira da Silva, o “Cachoeira”.

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Suspeitos e conexões com outros crimes

As investigações da DHC indicam que o atentado foi planejado com antecedência. Os criminosos estavam fortemente armados e, segundo a polícia, já são investigados por outros crimes graves, incluindo o assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, executado em frente à sede da OAB no Centro do Rio, em fevereiro deste ano.

No domingo (20), o Disque Denúncia divulgou um cartaz com os rostos dos procurados e pede à população que colabore com informações que levem à prisão dos envolvidos.

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