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Polícia prende agressor em Maricá na Operação Mulheres

Diego de Castro Rodrigues Botelho é detido por descumprir medidas protetivas e ameaçar ex-companheira e familiares

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Polícia Civil prendeu Diego de Castro Rodrigues Botelho em sua residência no bairro de Cordeirinho, Maricá, durante a Operação Mulheres.

A prisão de Diego de Castro Rodrigues Botelho marca mais um avanço da Operação Mulheres em Maricá, voltada ao combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. O criminoso foi detido na manhã desta segunda-feira (2) por policiais civis da 82ª DP (Centro de Maricá), em ação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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O cumprimento do mandado de prisão preventiva ocorreu às 6h, na residência do agressor, no bairro de Cordeirinho, Região Oceânica de Maricá. Segundo a polícia, ele estava dormindo e não resistiu à prisão. Diego é acusado de violência doméstica, descumprimento de medidas protetivas e ameaças contra sua ex-companheira, além de intimidar familiares da vítima.

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O caso teve início no sábado (28), quando a vítima compareceu à unidade policial relatando que o agressor violava a distância mínima de 300 metros determinada pelo Juizado de Violência Doméstica de Maricá. Ele utilizava métodos criativos para assediar a ex-mulher, enviando mensagens agressivas e ameaças via campo de descrição de transferências por PIX.

O mandado de prisão foi expedido pelo Plantão Judiciário, e o criminoso foi detido em menos de 48 horas. A polícia destacou que Diego apresenta histórico de reiteração delitiva e comportamento violento. Entre suas anotações criminais constam roubo majorado, receptação, estelionato, adulteração de sinal identificador de veículo, crimes contra a administração e segurança pública, associação criminosa, resistência, desobediência, violência de gênero, lesão corporal, ameaça, injúria e violação de domicílio em contexto de violência doméstica.

A Operação Mulheres tem como objetivo garantir a proteção das vítimas e reforçar a resposta rápida das autoridades contra autores de violência doméstica. A prisão evidencia a importância do monitoramento contínuo e da denúncia imediata em casos de descumprimento de medidas protetivas.

Autoridades reforçam que a prevenção, o acompanhamento judicial e a atuação coordenada entre polícia e Ministério da Justiça são essenciais para coibir crimes de violência doméstica e proteger mulheres e familiares.

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