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Prisão preventiva em Betim: detalhes do assassinado de adolescente de 16 anos chocam população

Justiça decreta prisão preventiva após crime brutal e confissão dos autores

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Local de mata em Betim onde corpo de adolescente foi encontrado após confissão dos suspeitos. Foto: Reprodução

A prisão preventiva em Betim foi decretada pela Justiça de Minas Gerais em um caso que causou forte comoção: a morte da adolescente Gabrielly Marques de Oliveira Belo, de apenas 16 anos. A decisão reforça a gravidade do crime, que envolveu extrema violência, ocultação de cadáver e mobilizou forças de segurança na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

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A determinação judicial converteu a prisão em flagrante dos suspeitos, Kauã Israel dos Reis Silva, de 18 anos, e Wellington Souza de Jesus, de 19, em prisão preventiva, após solicitação do Ministério Público. Ambos confessaram participação no assassinato.

De acordo com a decisão judicial, a prisão preventiva em Betim se justifica pela brutalidade do crime. A vítima foi morta com disparos de arma de fogo e golpes de faca, além de ter o corpo ocultado em uma área de mata.

A Justiça destacou que Gabrielly apresentava cerca de seis perfurações por tiros na região do tórax, evidenciando o alto grau de violência. Esse fator foi determinante para manter os suspeitos presos, visando a garantia da ordem pública.

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Gabrielly estava desaparecida desde o dia 18 de março. A reviravolta no caso ocorreu no domingo (22), quando os próprios suspeitos se apresentaram à Polícia Militar, confessaram o crime e indicaram o local onde o corpo havia sido enterrado.

A motivação, segundo relato dos envolvidos, estaria ligada à suspeita de que a adolescente participaria de um plano para assassiná-los, versão que ainda é investigada pelas autoridades.

O corpo da jovem foi encontrado em uma região de mata no bairro Icaivera, em Betim. O acesso ao local exigiu uma caminhada de aproximadamente 40 minutos a uma hora por parte dos militares.

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais foi acionado para realizar a remoção do corpo, enquanto a perícia técnica fez os levantamentos necessários para a investigação.

Segundo a Polícia Militar, os suspeitos não possuíam antecedentes criminais formais. No entanto, ambos relataram envolvimento com o tráfico de drogas, o que pode estar relacionado à motivação do crime, hipótese que segue sendo apurada.

A prisão preventiva em Betim reforça o compromisso das autoridades em lidar com crimes violentos e garantir que casos de grande repercussão tenham resposta rápida da Justiça.

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