Política

Marina Silva irá deixar governo Lula e mudar de partido

Saída do Ministério do Meio Ambiente abre novo cenário político e pode redesenhar alianças para as eleições deste ano

Publicado

em

Marina Silva avalia deixar o Ministério do Meio Ambiente e mudar de partido para disputar as eleições deste ano. Foto: Agência Brasil

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), deve deixar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até o mês de abril, com o objetivo de disputar as eleições deste ano. A saída faz parte da estratégia para viabilizar sua candidatura e também envolve o rompimento com a Rede Sustentabilidade, partido que ajudou a fundar.

Receba notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o grupo de notícias do O INFORMATIVO no WhatsApp.

Siga O INFORMATIVO no Instagram CLIQUE AQUI!

🚨 ENTRE NO NOSSO GRUPO DO WHATSAPP CLIQUE AQUI!

SIGA O NOSSO CANAL E RECEBA AS PRINCIPAIS NOTÍCIAS CLIQUE AQUI

De acordo com informações do portal Poder360, Marina avalia se filiar a uma nova sigla e negocia sua entrada no PT, PSB ou PSOL. A movimentação política ocorre em meio a disputas internas na Rede e pode ter impacto direto na formação das chapas para o próximo pleito.

Entre os cenários analisados, está a possibilidade de concorrer ao Senado Federal, inclusive em uma eventual chapa com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT-SP). A composição, no entanto, ainda é incerta, já que Haddad também é cotado como possível candidato ao governo de São Paulo.

Leia Também:  Câmara dos Deputados retira de pauta MP do IOF e governo Lula perde R$ 31,4 bilhões até 2026

Segundo interlocutores, Marina já descartou uma candidatura à Câmara dos Deputados, concentrando suas articulações em cargos majoritários.

A decisão de deixar a Rede foi motivada por desgastes internos, especialmente após embates com a deputada federal Heloísa Helena. A ala liderada pela parlamentar ganhou mais espaço dentro da legenda e aprovou uma norma que prioriza candidaturas de congressistas com pelo menos dois anos de mandato.

Como Marina passou os últimos dois anos à frente do Ministério do Meio Ambiente, a mudança nas regras reduziu suas chances dentro do próprio partido. Diante desse cenário, a ministra avaliou que a saída seria o caminho mais viável para manter seus planos eleitorais.

A eventual desfiliação e a troca de partido devem provocar rearranjos políticos e influenciar o tabuleiro eleitoral, especialmente entre partidos do campo progressista.

Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

TENDÊNCIA