Política
PGR arquiva investigação contra Jair Bolsonaro por falta de provas após ato em Copacabana
Apuração analisava falas do ex-presidente em manifestação que defendia anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu arquivar uma investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por falta de provas. A apuração analisava declarações feitas por Bolsonaro durante um ato realizado em Copacabana, no Rio de Janeiro, em março deste ano.
Receba notícias no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o grupo de notícias do O INFORMATIVO no WhatsApp.
Siga O INFORMATIVO no Instagram CLIQUE AQUI!
🚨 ENTRE NO NOSSO GRUPO DO WHATSAPP CLIQUE AQUI!
SIGA O NOSSO CANAL E RECEBA AS PRINCIPAIS NOTÍCIAS CLIQUE AQUI
Segundo a revista Veja, o procedimento foi aberto após uma denúncia enviada por meio do canal do cidadão. O relato apontava a suspeita de crime contra a democracia, com base em falas do ex-presidente durante a manifestação.
O ato ocorreu no dia 16 de março e reuniu apoiadores em defesa da anistia aos envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro. Durante o discurso, Bolsonaro fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que haveria uma narrativa construída para condená-lo.
“O que eles querem? É uma condenação. Se é 17 anos para as pessoas humildes, é para justificar 28 anos para mim”, declarou Bolsonaro no evento.
Posteriormente, o STF decidiu pela condenação de envolvidos nos atos de 8 de janeiro, com penas que chegaram a 27 anos e três meses de prisão em alguns casos, valor próximo ao citado pelo ex-presidente em seu discurso.
Durante a manifestação, Bolsonaro também afirmou que não deixaria o país e comentou decisões da Justiça Eleitoral. O ex-presidente está inelegível até 2030, por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o condenou por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
No discurso, ele questionou os fundamentos da decisão.
“Como viram que a questão da inelegibilidade dá para ser alterada. Afinal de contas, me tornaram inelegíveis por quê? Pegaram dinheiro na minha cueca? Alguma caixa de dinheiro no meu apartamento? Algum desfalque em estatal? Porque me reuni com embaixadores e, a outra, porque subi no carro de som do Silas Malafaia”, afirmou.
Ao analisar o caso, a Procuradoria-Geral da República concluiu que não havia elementos suficientes para dar prosseguimento à investigação, optando pelo arquivamento do procedimento. Com isso, a apuração foi encerrada sem apresentação de denúncia.
Polícia12 meses atrásVídeo: policial militar fardado sequestrado e agredido por traficantes em São Gonçalo ?
Polícia12 meses atrásTraficante mais procurado do RJ é morto em operação no Complexo da Maré
Polícia12 meses atrásMulher é presa acusada de mandar matar o próprio marido com ajuda do tráfico em Itaboraí
Mundo11 meses atrásComerciante envenena membros de facção e causa morte de 40 pessoas
Polícia11 meses atrásMulher é encontrada morta na Baía de Guanabara, em São Gonçalo
Polícia12 meses atrásNoite de tiroteio assusta moradores durante guerra do tráfico em Niterói
Polícia12 meses atrásEmpresa de internet é expulsa de bairro em São Gonçalo um mês após carro ser vandalizado
Notícias11 meses atrásEx-bombeiro condenado por corrupção e , estelionato é preso pela Polícia Civil em Niterói













