Saúde
Secretaria de Saúde nega caso de Mpox em Niterói; atenção aos sintomas continua
Estado do Rio registra 13 casos confirmados; especialistas reforçam medidas preventivas

Um suposto caso de Mpox em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, circulou nas redes sociais nesta semana, mas foi desmentido pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quinta-feira (26). Até o momento, o estado registrou 13 casos confirmados, porém nenhum deles ocorreu no município. Casos suspeitos seguem sendo investigados.
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O boato se espalhou após a divulgação de uma imagem de uma mulher com feridas na pele, semelhantes às provocadas pela doença, supostamente residente do bairro Barreto, na Zona Norte de Niterói. A Secretaria Estadual de Saúde esclareceu que a maioria dos casos está concentrada na Capital, com registros também em Araruama, Duque de Caxias, Queimados e na Região dos Lagos.
A Mpox é uma doença viral que pode ser transmitida de pessoa para pessoa. Os sintomas mais comuns incluem febre, calafrios, dores no corpo, cansaço, dor de cabeça, ínguas e erupções na pele, como bolhas ou feridas. Apesar da atenção necessária, especialistas afirmam que não há motivo para pânico, desde que medidas preventivas sejam adotadas.
A infecção ocorre principalmente por contato direto com pessoas infectadas ou materiais contaminados:
* Contato com lesões de pele, bolhas ou crostas.
* Exposição a fluidos corporais, como sangue, sêmen ou secreções vaginais.
* Gotículas respiratórias, em contato próximo e prolongado.
* Relações íntimas ou contato físico próximo com pessoas infectadas.
O vírus também pode sobreviver em objetos e superfícies, como roupas, toalhas e utensílios pessoais, além de transmissões verticais (da mãe para o feto) ou por contato pós-parto. A transmissão de animais silvestres para humanos é rara nos surtos urbanos atuais.
De acordo com o Centro de Inteligência em Saúde do Rio de Janeiro, até esta quinta-feira (26) foram notificados 84 casos em 2026, com 13 confirmações e nenhum óbito. Em comparação, 2025 registrou 16 casos confirmados no mesmo período, e 2024 teve 92 casos. Ao longo de 2025, foram confirmados 117 casos, e em 2024, 323, todos sem registros de mortes.
Quem apresentar sintomas compatíveis deve procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação. O período de incubação do vírus varia entre 3 e 16 dias, podendo chegar a 21 dias. Durante a suspeita de infecção, recomenda-se isolamento, evitar contato próximo e não compartilhar objetos pessoais até a recuperação completa.
Não existe um medicamento específico contra a Mpox. O tratamento é sintomático, com foco em aliviar dores, controlar a febre e prevenir complicações. É importante observar sinais de agravamento, aumento das lesões ou problemas oculares, como conjuntivite ou inchaço.
A doença, antes conhecida como “varíola dos macacos”, teve o nome alterado pela Organização Mundial da Saúde para Mpox, com o objetivo de evitar desinformação e estigmatização. A Sociedade Brasileira de Primatologia reforça que macacos não transmitem o vírus para humanos, e todos os casos confirmados ocorreram por transmissão entre pessoas.
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