Saúde

Mpox no Rio: estado registra 15 casos confirmados e acende alerta sanitário em 2026

Rio de Janeiro é o segundo estado com mais registros no país; autoridades reforçam isolamento e prevenção para conter avanço da doença

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Erupções na pele são o principal sintoma da Mpox e exigem avaliação médica para confirmação laboratorial.

O estado do Rio de Janeiro já contabiliza 15 casos confirmados de Mpox em 2026, segundo dados do Ministério da Saúde. O número coloca o Rio como o segundo estado com mais registros no país, atrás apenas de São Paulo.

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Apesar das confirmações, não há óbitos registrados neste ano, e a maioria dos pacientes apresenta quadros considerados leves a moderados.

No Brasil, já são 88 casos confirmados em 2026. Além do Rio e de São Paulo (62 casos), há registros nos seguintes estados:

Rondônia (4 casos)

Minas Gerais (3 casos)

Rio Grande do Sul (2 casos)

Paraná (1 caso)

Distrito Federal (1 caso)

Em 2025, o país registrou 1.079 casos e dois óbitos relacionados à doença.

A Mpox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox e se transmite principalmente por contato próximo com pessoa infectada, incluindo contato com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas.

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O sintoma mais comum é a erupção cutânea, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. As lesões podem surgir no rosto, mãos, pés, região genital, anal e outras partes do corpo.

Febre

Dor de cabeça

Dores musculares e nas costas

Cansaço

Gânglios inchados

O período de incubação varia de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias após a exposição ao vírus.

Como ocorre a transmissão?

A transmissão pode acontecer por:

Contato pele com pele, inclusive durante relações sexuais

Contato boca a boca ou boca com pele

Gotículas respiratórias em contato próximo

Compartilhamento de objetos contaminados, como toalhas e roupas

Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato e evitar compartilhar objetos pessoais até o fim do período de transmissão.

Não há medicamento específico aprovado para Mpox. O tratamento é voltado ao alívio dos sintomas e à prevenção de complicações. A maioria dos pacientes se recupera em poucas semanas.

Casos graves podem ocorrer, principalmente em recém-nascidos, crianças e pessoas com imunossupressão, podendo exigir internação hospitalar.

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As autoridades de saúde recomendam

Evitar contato direto com pessoas infectadas

Utilizar máscara, luvas e avental em caso de necessidade de contato

Higienizar as mãos com frequência

Lavar roupas e objetos com água morna e detergente

Desinfetar superfícies possivelmente contaminadas

Com 15 casos confirmados, o estado mantém monitoramento ativo para evitar avanço da transmissão comunitária. A orientação é que qualquer pessoa com sintomas procure uma unidade de saúde para avaliação e diagnóstico laboratorial, única forma de confirmação da doença.

Especialistas reforçam que a informação correta e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para conter o avanço da Mpox em 2026.

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