Polícia

Criminosos são presos e R$ 800 mil recuperado no Banco do Brasil em Niterói

Cinco homens foram presos em flagrante durante ação da Força-Tarefa Missão Redentor II; entre os detidos está um policial militar da ativa.

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Dinheiro, armas e celulares apreendidos durante operação da Polícia Federal contra grupo suspeito de lavar dinheiro para organizações criminosas.

Uma operação da Polícia Federal realizada na tarde desta sexta-feira (13) resultou na prisão em flagrante de cinco homens suspeitos de atuar na movimentação de grandes quantias de dinheiro para organizações criminosas. A ação aconteceu no Centro de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e levou à apreensão de cerca de R$ 800 mil em espécie, além de armas, celulares e munições.

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Entre os presos está um policial militar da ativa, segundo informações divulgadas pela própria Polícia Federal. O grupo foi detido durante diligências que investigavam movimentações financeiras ligadas ao crime organizado no estado.

Durante a operação, os agentes também apreenderam duas pistolas, munições e seis aparelhos celulares, que podem auxiliar no avanço das investigações. Todo o material estava em posse dos suspeitos no momento da abordagem.

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A ação integra a Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal para desarticular organizações criminosas que atuam no estado do Rio de Janeiro. A operação segue diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 635, que trata de parâmetros para operações de segurança pública no estado.

De acordo com os investigadores, o grupo realizava movimentações financeiras a serviço de organizações criminosas, prática frequentemente associada a esquemas de lavagem de dinheiro e ocultação de recursos obtidos de forma ilícita.

Após a prisão, os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados para a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, onde foram realizados os procedimentos legais.

Posteriormente, os detidos serão encaminhados ao sistema prisional do estado e permanecerão à disposição da Justiça. O policial militar preso na operação será conduzido ao Batalhão Especial Prisional (BEP).

Os investigados poderão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e porte ilegal de armas, além de outros delitos que possam ser identificados no decorrer das investigações conduzidas pela Polícia Federal.

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